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Obra ou criaçãoEspiritismo

Trilhas da libertação

ICE5,50HumanitárioVer análise

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Data cadastrada1996

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Visão geral

Trilhas da libertação é atribuído a Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco. A documentação bibliográfica consultada identifica uma edição ou referência de 1996, pela FEB.

A obra apresenta uma narrativa sobre assistência e relações espirituais, segundo uma perspectiva espírita. Essa descrição situa a proposta religiosa e editorial, sem tratar seus relatos como confirmação científica de fenômenos espirituais ou promessa de tratamento. O ano identifica a referência documentada, sem fixar dia de lançamento nem declarar exame material da primeira edição.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

5,50 / 10

BHumanitário

Os quatro eixos

Motivação
Amor / Dever MoralSecundário: Expressão / Estética
Natureza do progresso
Moral / Espiritual
Perenidade
Perecível (Efêmero)
Dinâmica evolutiva
Repetição de Ciclo
Fator contextual
Padrão
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

Publicada em 1996, 'Trilhas da Libertação' insere-se no contexto do movimento espírita brasileiro já consolidado, onde obras psicográficas vinham difundindo conceitos de desobsessão e reforma íntima desde o século XIX. Sua motivação central radica no altruísmo e dever moral, visando auxiliar espíritos sofredores e promover crescimento ético individual, com uma dimensão estética secundária pela narrativa literária que facilita a assimilação das ideias. O impacto efetivo concentra-se no campo moral-espiritual, ao oferecer orientações para transformações de consciência, porém sem gerar alterações materiais ou sociais amplas. Quanto ao legado, após quase três décadas, sua influência permanece circunscrita ao nicho espírita, sem evidências de penetração transgeracional ou transformação civilizacional, caracterizando um legado efêmero. A obra não introduz rupturas paradigmáticas, limitando-se a reafirmar princípios já estabelecidos na doutrina espírita, configurando uma repetição de ciclo doutrinário. Contextualmente, alinha-se ao padrão ético-espiritual vigente no espiritismo contemporâneo, sem representar avanço significativo em relação ao conhecimento disponível à época. Como contribuição evolutiva, reforça valores de caridade e autoconhecimento no âmbito regional, mas sua escala limitada e natureza reiterativa impedem impacto mais profundo na trajetória ética humana.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. Livraria da Travessa / metadados editoriaisFonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

Centro Espírita Fraternidade Allan Kardec / obras de Manoel Philomeno de Miranda: Relação registra Sexo e obsessão (2003), Tormentos da obsessão (2001), Temas da vida e da morte (1996) e Trilhas da libertação (1996), com autores e editoras. Limite da consulta: Relação bibliográfica; datas não apresentadas como primeiras edições materialmente comprovadas.

Livraria da Travessa / metadados editoriais: FEB, Divaldo e Miranda; copyright de 1996. Limite da consulta: Copyright distinguido de data de uma reimpressão atual.

Revisão editorial das páginas em 03/11/2026. Os cadastros originais e seus modais foram preservados e podem conservar textos e datas anteriores.

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Trilhas da libertação. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/trilhas-da-libertacao

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