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Movimento coletivoArte

Semana de Arte Moderna de 1922

ICE7,00HumanitárioVer análise

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Visão geral

A Semana de Arte Moderna ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo, de 13 a 17 de fevereiro de 1922. A programação reuniu exposição de artes e apresentações literárias e musicais.

As sessões noturnas dos dias 13, 15 e 17 se tornaram referências do modernismo brasileiro. O evento não resume todas as origens do movimento, que envolveu trajetórias e debates anteriores e posteriores.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

7,00 / 10

BHumanitário

Os quatro eixos

Motivação
Expressão / EstéticaSecundário: Intelecto / Curiosidade
Natureza do progresso
Misto
Perenidade
Permanente (Eterno)
Dinâmica evolutiva
Transição
Fator contextual
Vanguarda
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

O vetor primário é expressao_estetica por definição do objeto: a Semana existiu para traduzir sentimento e para disputar o que conta como belo. O secundário intelecto_curiosidade reconhece a dimensão de projeto, a busca deliberada de uma identidade intelectual nacional, que separa o episódio de um simples festival.

A natureza do progresso é o eixo que decide tudo aqui, e escolhi misto, não moral_espiritual. A Semana alterou a autopercepção cultural de um país, o que é enorme, mas é identidade e não ética: ela não redefiniu dignidade humana nem relação com o transcendente. A consequência do critério é direta e precisa ser dita: com moral_espiritual, o multiplicador de coerência de 1,10 entraria e o índice saltaria para 8,75, classe transcendente. Com misto, o resultado é 7,00, classe humanitário. Quem discordar da leitura deve discordar exatamente neste ponto, e não no cálculo.

A perenidade é permanente porque o princípio, o de que a arte legítima pode ser feita com o repertório próprio e com a fala do lugar, é atemporal e atravessou mais de um século de influência documentada, satisfazendo a régua de cinquenta a cem anos exigida para obras. A dinâmica é transicao e não salto de consciência, escolha conservadora ancorada na revisão do centenário: a Semana desestabilizou o academicismo, mas o paradigma novo só se consolidou nos anos seguintes, com os manifestos e com Macunaíma. O fator contextual é vanguarda, literalmente: o público vaiou porque o evento estava à frente do próprio tempo.

Teste de robustez: se a dinâmica fosse salto_consciencia, o bruto subiria para 8,35 e o índice bateria no teto de 7,49 da natureza mista, mantendo a classe humanitário. A classe é estável dentro da natureza escolhida e frágil apenas se a natureza mudar. A amplitude é regional porque a penetração real foi brasileira, ainda que a antropofagia tenha ganhado leitura internacional depois.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. Instituto de Estudos Brasileiros da USP / Semana de Arte ModernaFonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

Revisão documental em 2026-11-05. Datas e conteúdo cotejados com as referências indicadas. O cadastro original e o modal não foram alterados. Os 12 campos de ICE, inclusive justificativas, foram preservados exatamente, sem recálculo. Imagens e traduções sem revisão específica não integram esta publicação.

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Semana de Arte Moderna de 1922. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/semana-de-arte-moderna-de-1922

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