Pular para o conteúdo
Obra ou criaçãoCultura

Publicação de Os Sertões, de Euclides da Cunha

ICE5,10HumanitárioVer análise

Este registro no tempo

Explorar
Conteúdo desta página

Visão geral

Em 2 de dezembro de 1902, foi publicado Os Sertões, de Euclides da Cunha, pela Casa Laemmert. A obra reuniu literatura, observação do território e interpretação social para examinar o Brasil e a Guerra de Canudos, encerrada em 1897.

Organizado em A Terra, O Homem e A Luta, o livro relacionou ambiente, formação da população e campanha militar. Sua denúncia da destruição de Canudos e da violência contra sertanejos ajudou a tornar o episódio parte central da memória crítica da República.

A obra também carrega concepções raciais e deterministas de sua época, que exigem leitura crítica. Seu valor literário e sua denúncia social não autorizam tratar essas concepções como ciência válida ou como defesa inteiramente coerente da igualdade. O marco registra a publicação e sua contribuição ao debate sobre o país, sem repetir a guerra como novo acontecimento.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

5,10 / 10

BHumanitário

Os quatro eixos

Motivação
Expressão / EstéticaSecundário: Intelecto / Curiosidade
Natureza do progresso
Misto
Perenidade
Residual (Histórico)
Dinâmica evolutiva
Transição
Fator contextual
Padrão
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

Expressão estética é primária na construção literária; intelecto secundário corresponde ao esforço de interpretação histórica e social. A denúncia humanitária é relevante, mas não apaga pressupostos raciais e contradições do texto.

A natureza mista delimita uma criação cultural que altera a leitura da sociedade, sem equivaler a um princípio moral universal. Perenidade residual registra influência e releituras. Transição e contexto padrão preservam a distância entre criticar um massacre e superar todas as hierarquias do próprio repertório intelectual.

ICE: (1.85 + 1.00 + 1.50 + 1.00 + 0.00) × (10/10.5) × 1.00 = 5.10, classe humanitario. Sem piso aplicável. Teto 7.49 não atingido. Amplitude não entra na fórmula. A alternativa de sensibilidade resulta em 6.65 (humanitario), sem mudança de classe. A FAHE é interpretação editorial fundamentada, não medida científica do valor das pessoas.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. Museu da República / cronologia de CanudosFonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

Revisão documental em 2026-11-05. Datas e conteúdo cotejados com as referências indicadas. O cadastro original e o modal não foram alterados. Os 12 campos de ICE, inclusive justificativas, foram preservados exatamente, sem recálculo. Imagens e traduções sem revisão específica não integram esta publicação.

Continue explorando

Abra uma exploração deste registro em outra aba. Essas ferramentas geram análises com IA.

Citar este registro

Publicação de Os Sertões, de Euclides da Cunha. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/publicacao-de-os-sertoes-de-euclides-da-cunha

Compartilhar este registro

Publicação de Os Sertões, de Euclides da Cunha

Salvar uma nota

Abra este registro na linha do tempo e escolha Salvar Nota. Entre na sua conta para guardá-la no seu caderno.

Continuar na linha do tempo