Visão geral
Em 15 de março de 1968, W. Jason Morgan publicou no Journal of Geophysical Research o artigo Rises, trenches, great faults, and crustal blocks. O trabalho descreveu blocos rígidos da superfície terrestre e seus movimentos relativos sobre uma esfera, contribuindo para a formulação da tectônica de placas.
O modelo permitiu relacionar movimentos de placas a estruturas como dorsais oceânicas, fossas e grandes falhas. Em vez de tratar cada feição isoladamente, ofereceu uma descrição geométrica comum para compreender a dinâmica da superfície do planeta.
A contribuição integrou uma construção coletiva, com antecedentes e trabalhos paralelos de outros pesquisadores. Morgan apresentou suas ideias em 1967, antes do artigo aqui datado. O marco não corresponde à autoria individual de toda a teoria nem à possibilidade de prever com precisão a ocorrência de terremotos.
ICE e análise MAHE
Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.
Índice de Contribuição Evolutiva
4,29 / 10
Os quatro eixos
- Motivação
- Intelecto / Curiosidade
- Natureza do progresso
- Material
- Perenidade
- Residual (Histórico)
- Dinâmica evolutiva
- Transição
- Fator contextual
- Padrão
- Amplitude de impacto
- Global
Ler a justificativa analítica
O vetor intelecto/curiosidade e a natureza material correspondem à explicação física do movimento de placas. Pela Lei do Progresso, integrar observações em um modelo coerente amplia o conhecimento humano, mas não produz por si só maior solidariedade ou maturidade espiritual. Não se atribui vetor moral secundário apenas pela utilidade futura da ciência.
A perenidade residual considera a formulação histórica, incorporada e refinada pela geociência posterior, com legado intelectual documentado décadas depois. A dinâmica transição reconhece reorganização explicativa e o contexto padrão evita confundir originalidade técnica com antecipação ética. A amplitude global decorre da explicação planetária e circulação científica, não de benefícios imediatos iguais. Não se marca paradoxo.
ICE: (1.50 + 0.50 + 1.50 + 1.00 + 0.00) × (10/10.5) × 1.00 = 4.29, classe estrutural. Sem piso aplicável. Teto 4.99 não atingido. Amplitude não entra na fórmula. A alternativa de sensibilidade resulta em 2.86 (estrutural), sem mudança de classe. A FAHE é interpretação editorial fundamentada, não medida científica do valor das pessoas.
Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.
Entenda a metodologia e as classes ICEFontes e ressalvas
Referências e notas associadas a este registro.
- AGU / Journal of Geophysical ResearchFonte consultada na revisão desta página.
Notas sobre as fontes
Revisão documental de 2026-11-04. Texto limitado ao acontecimento documentado; pontuação e demais campos ICE preservados.
As fontes vinculadas sustentam o texto e a precisão temporal desta página. O ICE e sua justificativa foram preservados do cadastro, sem recálculo; não constituem nova avaliação editorial. O cadastro original e os modais permanecem com seu conteúdo próprio.
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Morgan publica modelo de placas rígidas para a tectônica global. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/morgan-publica-modelo-de-placas-rigidas-para-a-tectonica-global