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Fundação da Imprensa Régia

ICE3,29EstruturalVer análise

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Visão geral

Em 13 de maio de 1808, o príncipe regente D. João criou a Impressão Régia no Rio de Janeiro. A oficina destinava-se a imprimir atos do governo e outras obras autorizadas.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

3,29 / 10

CEstrutural

Os quatro eixos

Motivação
Força / DominaçãoSecundário: Intelecto / Curiosidade
Natureza do progresso
Material
Perenidade
Residual (Histórico)
Dinâmica evolutiva
Transição
Fator contextual
Padrão
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

A criação da Imprensa Régia em 1808 pelo Príncipe Regente D. João VI ocorreu em um contexto de transferência da corte portuguesa para o Brasil, fugindo das guerras napoleônicas. Seu propósito central foi servir como instrumento de controle administrativo e propagação de decretos reais, garantindo a governabilidade em território colonial. Embora tenha revogado a proibição de tipografias, a iniciativa manteve rigorosa censura prévia, limitando-se a publicações oficiais e obras inócuas ao regime. A motivação primária residiu na necessidade de domínio político e eficiência burocrática, com um componente secundário de apoio a atividades intelectuais restritas. O progresso gerado foi essencialmente material, ao estabelecer infraestrutura técnica para comunicação governamental. Seu legado, embora fundador da indústria editorial brasileira, tornou-se residual após a Independência, quando modelos mais livres de imprensa emergiram. Este evento representou uma transição adaptativa do colonialismo português, sem romper paradigmas éticos. Coerente com padrões absolutistas da época, não avançou nem retrocedeu valores de sua era. Sua importância histórica local é inegável como alicerce institucional, mas seu impacto na evolução ética coletiva foi limitado pela natureza controlada do acesso à informação que perpetuou.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. Câmara dos Deputados, Decreto de 13 de maio de 1808Fonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

Revisão documental de chronological-20261106-021. As datas da página refletem a precisão sustentada pelas fontes. O ICE é o valor cadastrado.

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