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AcontecimentoHistória

Criação do SENAI para a aprendizagem industrial

ICE2,86EstruturalVer análise

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Visão geral

Em 22 de janeiro de 1942, o Decreto-Lei nº 4.048, de Getúlio Vargas, criou o Serviço Nacional de Aprendizagem dos Industriários, hoje denominado Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). A organização ficou a cargo da Confederação Nacional da Indústria.

A instituição recebeu a tarefa de organizar escolas de aprendizagem em todo o país, financiadas por contribuições dos estabelecimentos industriais. O ensino também abrangia aperfeiçoamento e especialização de trabalhadores.

O SENAI tornou-se uma estrutura nacional de formação profissional para a indústria. Sua criação ocorreu durante o Estado Novo, regime autoritário, e ampliou capacidade educacional sem representar, por si só, democratização política ou acesso igual para todos.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

2,86 / 10

CEstrutural

Os quatro eixos

Motivação
Intelecto / Curiosidade
Natureza do progresso
Material
Perenidade
Perecível (Efêmero)
Dinâmica evolutiva
Transição
Fator contextual
Padrão
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

O vetor intelecto/curiosidade representa a formação de capacidades técnicas, sem afirmar intenções íntimas do governo ou dos industriais. A natureza material delimita escolas, financiamento e qualificação. Na Lei do Progresso, ampliar instrução cria condições de desenvolvimento intelectual, mas a finalidade produtiva não demonstra avanço moral automático.

A perenidade perecível avalia a rede de ensino, dependente de recursos e atualização, sem negar o aprendizado transmitido. Dinâmica transição e contexto padrão situam a criação na industrialização brasileira, com antecedentes de ensino profissional. Amplitude regional representa Brasil no aplicativo. O contexto autoritário está explícito; não transforma toda formação em dominação nem exige paradoxo para este ato educacional.

ICE: (1.50 + 0.50 + 0.00 + 1.00 + 0.00) × (10/10.5) × 1.00 = 2.86, classe estrutural. Sem piso aplicável. Teto 4.99 não atingido. Amplitude não entra na fórmula. A alternativa de sensibilidade resulta em 3.50 (estrutural), sem mudança de classe. A FAHE é interpretação editorial fundamentada, não medida científica do valor das pessoas.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. Câmara dos Deputados / Decreto-Lei 4.048Fonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

Revisão documental em 2026-11-04. Datas e conteúdo cotejados com as referências indicadas. O cadastro original e o modal não foram alterados. Os 12 campos de ICE, inclusive justificativas, foram preservados exatamente, sem recálculo. Imagens e traduções sem revisão específica não integram esta publicação.

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Criação do SENAI para a aprendizagem industrial. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/criacao-do-senai-para-a-aprendizagem-industrial

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