Visão geral
Armando de Oliveira Assis presidiu a Federação Espírita Brasileira (FEB) de 1970 a 1975. O depoimento institucional de Juvanir Borges de Souza registra o período e relaciona sua gestão à organização regional do movimento federativo.
O intervalo identifica a direção da entidade, não a vida inteira do dirigente. A precisão permanece anual porque o dia 20 de agosto indicado no cadastro não foi confirmado por uma ata de posse examinada nesta revisão. Eleição, início de exercício e sucessão são tratados como etapas que podem ter datas próprias.
ICE e análise MAHE
Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.
Índice de Contribuição Evolutiva
5,45 / 10
Os quatro eixos
- Motivação
- Intelecto / CuriosidadeSecundário: Amor / Dever Moral
- Natureza do progresso
- Misto
- Perenidade
- Residual (Histórico)
- Dinâmica evolutiva
- Transição
- Fator contextual
- Padrão
- Amplitude de impacto
- Regional
Ler a justificativa analítica
A gestão de Armando de Oliveira Assis à frente da FEB (1970-1975) ocorreu num contexto de consolidação do movimento espírita brasileiro pós-Pacto Áureo. Funcionário público com expertise administrativa, sua atuação foi impulsionada principalmente por uma abordagem técnica e pragmática, focada em modernização institucional e eficiência operacional, embora permeada por um senso secundário de dever moral para com a causa espírita. Seu impacto foi misto: ao estruturar o Departamento Editorial e ampliar atividades assistenciais, criou bases materiais que facilitaram a disseminação de conteúdo espiritual, mas sem gerar transformações éticas diretas na sociedade. O legado é residual - as estruturas organizacionais que ajudou a consolidar persistem, mas sua influência pessoal dissipou-se após seu mandato, integrando-se ao fluxo histórico da instituição. Representou uma transição ao operacionalizar a unificação doutrinária já iniciada, sem constituir ruptura paradigmática. Contextualmente, sua gestão alinhou-se ao espírito da época, onde lideranças religiosas buscavam profissionalização. Embora relevante para o espiritismo brasileiro, seu impacto limitou-se ao âmbito regional, reforçando canais para o progresso espiritual sem alterar consciências em escala significativa.
Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.
Entenda a metodologia e as classes ICEFontes e ressalvas
Referências e notas associadas a este registro.
- FEB / Reformador, outubro de 2002, depoimento de JuvanirFonte consultada na revisão desta página.
Notas sobre as fontes
FEB / Reformador, outubro de 2002, depoimento de Juvanir: Depoimento identifica Assis como presidente de 1970 a 1975 e atuação no trabalho regional. Limite da consulta: Memória institucional; não examinada ata que comprove o dia de posse.
Revisão editorial das páginas em 04/11/2026. Os cadastros originais e seus modais foram preservados e podem conservar textos e datas anteriores.
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Citar este registro
Armando de Oliveira Assis na Presidência da FEB (1970-1975). Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/armando-de-oliveira-assis-na-presidencia-da-feb-1970-1975