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Obra ou criaçãoEspiritismo

Alma do povo

ICE3,14EstruturalVer análise

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Data cadastrada1996

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Visão geral

Alma do povo integra a bibliografia de Francisco Cândido Xavier, conhecido como Chico Xavier. A relação institucional do GEEM registra a obra com atribuição a Cornélio Pires, editora CEU e ano 1996.

O ano identifica o registro bibliográfico consultado, sem atribuir dia ou mês de lançamento não comprovados. A atribuição mediúnica corresponde à identificação religiosa da obra; não equivale à confirmação independente da origem espiritual de seus textos. A página documenta a publicação e não presume leitura integral ou comprovação material da primeira edição.

ICE e análise MAHE

Avaliação cadastrada pela Metodologia de Análise Histórico-Evolutiva.

Índice de Contribuição Evolutiva

3,14 / 10

CEstrutural

Os quatro eixos

Motivação
Expressão / EstéticaSecundário: Amor / Dever Moral
Natureza do progresso
Misto
Perenidade
Perecível (Efêmero)
Dinâmica evolutiva
Repetição de Ciclo
Fator contextual
Padrão
Amplitude de impacto
Regional
Ler a justificativa analítica

A obra 'Alma do Povo', psicografada por Chico Xavier e atribuída ao espírito de Cornélio Pires, emergiu em 1996 como parte da consolidação da literatura espírita brasileira. Seu contexto histórico situa-se na tradição já estabelecida de psicografias de Xavier, focada na preservação cultural e difusão de valores kardecistas através de linguagem acessível. A motivação primária foi expressiva e estética, manifestando-se no resgate poético da cultura caipira e na celebração da sabedoria popular, com um componente secundário de amor e dever moral ao transmitir noções de ética cotidiana e imortalidade da alma. Contudo, o impacto real limitou-se à esfera cultural e identitária regional, sem evidências de transformações éticas ou espirituais significativas além de círculos espíritas e estudiosos do folclore. O legado mostra-se perecível devido à sua recenticidade (menos de três décadas) e influência restrita ao Brasil, sem penetração continental ou global comprovada. Dinamicamente, a obra não inovou paradigmáticamente, repetindo fórmulas já consolidadas na produção mediúnica de Xavier. Em relação ao zeitgeist, alinhou-se ao padrão da literatura espírita da época, sem caráter de vanguarda ou retrocesso. Assim, embora valiosa como expressão cultural, sua contribuição para a evolução ética coletiva permanece circunscrita e incremental.

Avaliação interpretativa do acervo. Os valores são apresentados como cadastrados, sem recálculo.

Entenda a metodologia e as classes ICE

Fontes e ressalvas

Referências e notas associadas a este registro.

  1. GEEM / relação institucional de obras de Chico XavierFonte consultada na revisão desta página.

Notas sobre as fontes

GEEM / relação institucional de obras de Chico Xavier: Alma do povo: CEU, Cornélio Pires, 1996; linha 408 do catálogo. URL consultada diretamente e metadados guardados. Limite da consulta: Relação bibliográfica, não exame material da primeira edição.

Revisão editorial das páginas em 03/11/2026. Os cadastros originais e seus modais foram preservados e podem conservar textos e datas anteriores.

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Alma do povo. Linha do Tempo - Progresso do Ser. https://linhadotempo.app/eventos/alma-do-povo

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